
6.9.09
O Jogo da Sedução do PCP ao PS....
5.9.09
Programa Eleitoral PPM legislativas 2009
http://www.slideshare.net/s19yorky/programa-eleitoral-ppm-legislativas-2009
13.8.09
Como o cego dizia....a ver vamos
3.7.09
2.7.09
Lastimoso.....e deveras Preocupante....
Indesculpável.
Inaceitável.
E o Senhor Ministro que SAIA, JÁ!!!
Não chega pedir desculpa. SAIA!!!!
10.6.09
O que o CDS/PP tem de fazer até Outubro....
O pior ainda não passou....
O BPP é caso encerrado para o Estado..e bem.
8.6.09
O que espero hoje do dia de ontem...
16.5.09
Um sociedade livre acarreta responsabilidades políticas
Acima de tudo está em equação o modelo de desenvolvimento das cidades e dos erros cometidos. Não fomos capazes, por um lado, de avaliar os erros cometidos por países terceiros e governar de forma a evitá-los. Sempre afirmei que estar atrás, atrasado económicamente, tem desvantagens que todos conhecemos, mas tem a vantagem de permitir evitar os erros cometidos por outros. Por outro lado, não é menos verdade que a segunda e, por vezes, ainda a terceira geração de emigrantes se mostra perfeitamente desenraízada. Esta ausência de valores nacionais conduz, forçosamente, a uma inadaptação social que, ela própria, força a comportamentos criminosos.
Todo o comportamento criminoso é um comportamento anti-social. Todo o indivíduo que não se revê sob um Hino e uma Nação tenderá, forçosamente, a comportamentos anti-socias.
Esta premencia é tanto mais verdade quanto, ao contrário do que se afirma comummente, tal como o faz a Declaração Universal dos Direitos do Homem (mais um daqueles escritos que fica bem, mas só no papel) quando pela primeira vez na história um sistema de valores passsa do princípio para o facto, afirma nas suas primeiras palavras o seguinte:
" Todos os homens nascem livres e iguais".
Locke foi o seu pai, quando separa o civil do natural. Assim, os homens seriam livres e iguais por natureza.
Como fugir, então, às palavras de Rousseau, no Contrato Social: " O homem nasceu livre e por toda a parte encontra-se a ferros ".
Temos de validar, para encarar o problema de frente e de forma justa, que os homens de facto, não nascem livres nem iguais. A liberdade e igualdade não são nem um facto nem um ideal da sociedade, caso contrário seriam difíceis de explicar muitas das medidas políticas adoptadas e assumidas. Não existem mas sim valem pela ideia; não se assumem mas relevam para um possível assumir.
As belas ideias da igualdade não se encontram temporal e espacialmente circunscritas, dirigindo-se acima de tudo ao legislador e à sua forma futura de pensar. São uma espécie de lembrete do que deverá ser, quando for possível ser.
Basta recordar a revolução francesa, para perceber que a igualdade e fraternidade rápidamente sucumbiram à falta de liberdade. E é na falta de liberdade que todo o problema reside: falta na ausência de condições de vida e de trabalho; promessas por cumprir; sonhos por realizar; incapacidade de inserção social (com culpas claras da política governamental, quer central quer local), entre outras questões pertinentes.
Sendo o direito de igualdade um direitro natural, a única defesa possível do homem contra a sua violação pelo estado é um direito igualmente natural, o direito de resistência.
Não é , então, de estranhar que essa resistência se faça sentir.
Compete ao estado assumir esta premissa e combate-la convenientemente.
Quem, de entre os residentes num determinado país, estiver decidido a participar cívicamente na sociedade, na sua construção, com todo o peso e custo que esta postura possa representar, deverá ser apoiado. Caso contrário, se a postura é antagónica a este princípio, deverá ser repatriado.
Não há meio termo, quando falamos de segurança numa sociedade que se quer livre.
25.4.09
Uma data como tantas outras, ou não....
24.4.09
Enganos....
23.4.09
As contas dos bancos internacionais e da economia no geral...
O Homem Invisível....
20.4.09
O que deveríamos estar a fazer....
17.4.09
causas da corrupção....
manifesto...
16.4.09
Como estamos pobres.....
28.3.09
Gripou o motor da Europa....
A chanceler não tem sido brilhante no desempenho das suas funções. A Alemanha tem aparecido com políticas económicas titubeantes, quer ao nível interno, quer no seio da UE, quer mesmo a nível internacional. O peso da sua economia tem sido aplicado de forma desfocalizada, mostrando ainda enormes dificuldades derivadas do esforço de integração que promoveu.
A possibilidade de não desbloquear novos fundos pode tratar-se, independentemente das razões ou justificativas encontradas, um claro sinal de enfraquecimento da economia alemã, o que damos como certo, mas igualmente de uma má leitura económica.
A injecção de capitais na economia, por parte dos estados, implica conforme já defendemos, uma intervenção directa do estado nas instituições, passando esta intervenção por nacionalização das instituições financeiras, veículos correctos para injectarem dinheiro na economia, para além dos mecanismos de apoio às empresas, directamente defininidos e implementados pelo estado.
Também a proibição, por período prolongado, das operações de short-selling é fundamental.
As economias não recuperam porque são postas umas notícias a circular, as bolsas sobem uns poontos durante uns dias, são realizadas umas mais-valias e esse dinheiro desaparece da circulação, aplicado em ouro, cobre, zinco, diamantes, entre outas commodities.
Assim, o que se pretende averiguar é da capacidade dos estados injectarem a liquidez necessária na economia - têm ou não têm - bem como saber agir após a decisão de injectar. Mas a injecção é sempre necessária e quanto menos liquidez for injectada, maior e mais profunda a depressão.
De qualquer forma uma certeza temos: a máquina alemã está a gripar.
23.3.09
Para acabar com a hipocrisia...
10.3.09
7.3.09
Basta Pensar em Sentir
Para sentir em pensar.
Meu coração faz sorrir
Meu coração a chorar.
Depois de parar de andar,
Depois de ficar e ir,
Hei de ser quem vai chegar
Para ser quem quer partir.
Viver é não conseguir.
(Fernando Pessoa)
5.3.09
Nós por cá todos bem...
2.3.09
Porque razão é necessário nacionalizar o sector financeiro...
27.2.09
Os números já lá estão....os políticos ainda não....
"In Revision, G.D.P. Shrank at 6.2% Rate at End of 2008".
2. 1931 -6.4%
3. 1932 -13%
4. 1933 -1.3%.
Parece então evidente que o último trimestre de 2008 já foi vivido em depressão, nos EUA.
Atente-se no valor anual de 1931 e verifica-se que é equivalente à retracção anunciada no NYT.
Acresce que um dos erros fundamentais, apontados à política económica de então, foi a incapacidade de leitura da necessidade de injecções de capital nas economias, nomeadamente a americana, impedindo a oferta de moeda e fazendo cair a liquidez dos mercados em cerca de 30%.
Durante a Grande Depressão, o desemprego atingíu os 25% e os salários caíram cerca de 40%. O comércio mundial regrediu 65%.
Hoje as economias têm injectado milhares de milhões de unidades monetárias no sistema financeiro, não cometendo o erro do passado, de deixar secar a liquidez nos mercados. Contudo, verifica-se que os números económicos já são os da depressão.
O ano de 2010 vai ser muito mau e só resta aguardar.
Convém lembrar que o desemprego nos EUA, depois da Grande Depressão, se manteve nos dois dígitos até 1941, altura em que os EUA entraram na II GG, tendo-se criado um vasto número de empregos relacionados com a defesa e o esforço de guerra.
11.2.09
Questões de Política Económica, Seriedade e Planeamento...
Penso que, desta forma, poderei contribuir para o clarificar de algumas nebulosas que se mantêm persistentes e, persistentemente, têm sido muletas de desculpas idiotas.
Costuma apontar-se-lhe provincianismo, na leitura dos fenómenos económicos. Também se lhe aponta ausência de motivação na vontade de modernizar o país. Enfim, o provincianismo no seu melhor.
A questão que se levanta é, então, com propriedade, tentar saber se: (i) foi puro provincianismo, baseado na defesa que essa postura política significava para a segurança do regime, ou; (ii) tratava-se de uma política económica pensada a longo-prazo.
Se verificarmos o que aconteceu a Portugal, nos anos que se seguiram ao 25 de Abril, percebemos o esforço para imprimir ao país um cariz e uma impressão modernizante, dotando-o de vias de comunicação várias cobrindo todo o território, abrindo as fronteiras ao investimento estrangeiro, aderindo à CEE e a todas as suas evoluções e derivações e muitas outras, supostamente demonstrativas de um Portugal moderno e aberto.
9.2.09
É de moda que se trata hoje, aqui....
Tendências de moda este Inverno, em New York, recuperando os anos 20 e 30, de grandes golas, estilizando-as e adaptando-as à actualidade, para conferir aqui:
http://www.nytimes.com/interactive/2009/02/08/fashion/20090208-street-feature/index.html
E Nacionalize-se a Banca....
§
Convém recordar, a propósito de periferias, as quatro características apntadas por Samir Amin (economista de linha marxista) que definem um país periférico:
(1) predominância de capitalismo agrário (nós este nem temos, o que nos torna num país periférico dos periféricos);
(2)Formação de uma classe burguesa dependente de capitais externos, especialmente no sector do comércio (temos disto em fartura)
(3)tendência para a burocratização (palavras para quê...)
(4) formas específicas mas incompletas de proletarização da força do trabalho (também temos...)
Somos assim um país periférico, quer pelas regras da geografia económica, quer pelas regras do marxismo não ortodoxo.












